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Filed Under (Educação Ambiental) by Meio Ambiente Hoje on 25-04-2007

Mil exemplares impressos da primeira cartilha ambiental do País em braile terão também versão em áudio para MP3 e estarão disponíveis em bibliotecas, associações e instituições. A iniciativa é da Incorporadora Rossi e o lançamento será nesta segunda-feira, em Porto Alegre, em parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente.

As cartilhas em serão traduzidas e impressas pela Fundação Doutrina Nowill para Cegos, de São Paulo. “Este projeto tem um grande significado social. Está claro que, quando a empresa privada e o poder público se unem, com um objetivo comum, quem ganha é a comunidade”, diz o diretor regional da Rossei, Rodrigo Martins. O trabalho é uma adaptação da cartilha Naturecos, já utilizada em salas de aula da rede municipal de ensino da cidade.

Com criatividade e linguagem acessível, a cartilha contém dados sobre a importância da preservação ambiental, abordando a fauna e a flora, coleta seletiva, arborização urbana, efeito estufa, saúde ambiental, entre outros temas. Para o presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Porto Alegre, Adilso Corlassoli, o acesso à informação é um direito de todos, independentemente de sua deficiência.

“A rede municipal trabalhará simultaneamente com cartilhas em braile e a tinta, além do conteúdo CD, no formato MP3. Não se tem registro de um trabalho assim no Brasil“, ele afirma. Uma das principais incorporadoras e construtoras do Brasil, a Rossi desenvolve há quase 30 anos produtos e serviços de alta qualidade no setor imobiliário. Está presente em mais de 54 cidades representadas por meio de escritórios em São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, São José do Rio Preto e Fortaleza, o que permite uma melhor percepção das necessidades de cada região e aproxima a empresa de seus clientes e parceiros.

O invento de Louis Braille

Louis Braille nasceu em 4 de janeiro de 1809, na pequena cidade francesa de Coupvray, pertencente ao distrito de Seine-Marne, que se situa cerca de 45 quilômetros da cidade de Paris, onde ele faleceu em 6 de janeiro de 1852. Quando nos referimos ao código, escrevemos braile, com apenas um ele. O nome do autor deve ser escrito no original, com dois eles.

A maioria dos indivíduos sabe que as pessoas cegas utilizam um sistema especial de leitura tátil e escrita. Mas o que ninguém poderá deixar de saber é que esse sistema tem o nome de seu inventor – Louis Braille que é hoje profundamente distinguido por sua criação.

A sua história é a de um homem que conseguiu muito lentamente o reconhecimento do valor de sua obra. Durante a maior parte da vida de Louis Braille o seu sistema só foi conhecido na escola onde ele estudou e foi professor. As pessoas relutaram muito em mudar os métodos insatisfatórios usados para educar as pessoas cegas. Frase de Louis a seu pai: “Sem livros o cego não pode aprender”.

Foi somente no fim da vida de Braille que o uso do sistema que ele inventou começou a expandir-se. E mesmo assim, a significância de sua realização permaneceu obscura para o mundo durante muitos anos. As dificuldades que ele enfrentou em seus estudos o levaram, desde cedo, a preocupar-se com a possibilidade de criação de um sistema de escrita. O interesse de outras pessoas, como Barbier, ofereceu uma série de oportunidades para que Louis Braille criasse o seu sistema. (Instituto Ethel Rosenfeld e Agência Amazônia).



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