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Menos de 30 dias após o anúncio de que o desmatamento na Amazônia aumentou, revertendo um período de três anos de queda, o governo tomou uma atitude drástica. Enviou, na semana passada, 300 agentes da Polícia Federal, fiscais ambientais e soldados da Força Nacional de Segurança para Tailândia, no oeste do Pará, um dos pólos madeireiros mais antigos da floresta. A atuação ganhou nome de guerra: Operação Arco de Fogo, uma referência ao chamado arco do desmatamento, um cinturão de municípios campeões de devastação que se estende do Acre ao Maranhão. A mensagem é que o governo vai atuar com rigor para deter o avanço da destruição.
É uma boa mensagem. Mas a ação é muito mais uma resposta à opinião pública que um plano eficaz de controle do desmatamento. “As madeireiras não são as responsáveis pelas grandes derrubadas”, diz Tasso Azevedo, secretário de Florestas do Ministério do Meio Ambiente. “A operação é uma forma de demonstrar governança na Amazônia. Para atacar o desmatamento pela raiz, precisamos atuar na pecuária. Só que isso é mais difícil.” Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 70% e 80% das derrubadas de floresta viram pasto. Em grande medida, isso acontece porque o próprio governo concedeu, até o fim do ano passado, créditos para esses pecuaristas sem nenhum controle ambiental.
A Walt Disney disse que planeja cortar as emissões de carbono de seus escritórios e parques pela metade até 2012 e, depois disso, continuar uma série de ações até atingir o nível zero de emissão de gases de efeito estufa.
O anúncio aconteceu por meio do relatório anual de responsabilidade social da empresa, em que a Disney apresenta sua meta de cortar totalmente as 300.000 toneladas de lixo que regularmente manda para aterros, a maior parte vindo da construção e reformas.
Um estudo mundial, com dados de 293 exemplos (Catherine Badgley, 2007), constatou que a diferença de rendimento da agricultura orgânica (que não utiliza produtos agroquímicos) com a não orgânica era pouco inferior a 1 no mundo desenvolvido, mas superior a 1 nas nações em desenvolvimento.
Em média, sistemas orgânicos em nações ricas chegam a 92% do rendimento dos convencionais, enquanto em países em desenvolvimento agricultores orgânicos produzem 80% mais do que os tradicionais.
A natureza em torno do rio Piracicaba é sempre um espetáculo, um privilégio para quem degusta dessa atração diariamente. Aproximar-se dela e observar os efeitos do uso desordenado, serve de aprendizado para quem nunca tinha experimentado o contato direto com esse ambiente.
Pelo menos essa foi a sensação para um grupo de estudantes do ensino médio profissionalizante do Colégio PoliBrasil, que esteve ontem à beira do Piracicaba para coletar água e analisá-la como parte de um estudo de Química. A aula ao ar livre foi permeada de descobertas: entre elas, a da urgência de cuidar melhor do recurso que também é deles.
Após suspender uma autorização ambiental para a Usina Hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, na última sexta-feira (6), o secretário de Desenvolvimento Ambiental de Rondônia, Cletho Brito, afirmou hoje (9) que a medida não vai interromper as obras preparatórias do empreendimento e negou que a suspensão tenha caráter político ou signifique posicionamento contrário à obra por parte do governo do estado.
Segundo Brito, a mudança de local de construção da usina vai provocar o alagamento de uma unidade de conservação estadual, o Parque Rio Vermelho. “Falam em 4 quilômetros a mais de área alagada, mas não há nenhum estudo ambiental conclusivo sobre isso nem sobre como será feita a compensação ambiental nesse caso”, apontou.
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Filed Under (Danos e crimes ambientais, Poluição das Águas, Poluição dos Solos) by Meio Ambiente Hoje
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A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES aprovou uma linha de apoio tecnológico, no valor de R$ 14,2 milhões, com recursos não reembolsáveis, ao Instituto de Pesquisa Tecnológica do Estado de São Paulo AS-IPT. O objetivo é desenvolver alternativas tecnológicas para mitigar a poluição do solo e de águas subterrâneas contaminadas com produtos organoclorados - componentes químicos altamente tóxicos, muito comuns em pesticidas e defensivos agrícolas.
O projeto prevê a contratação de bolsistas de mestrado em tecnologia ambiental; biorremediação; e oxidação química; e também bolsistas de iniciação científica nas áreas de engenharia ambiental e de geologia.
Durante este fim-de-semana, o Vaticano instituiu um novo pecado contra a poluição ambiental
“Não poluirás a Terra”. Será esta a formulação do mais recente pecado, fruto dos tempos actuais.
O arcebispo Gianfranco Girotti, segunda figura do pontificado, condenou durante o seu sermão “os diabos da era moderna”, onde anunciou o novo pecado.
Também o uso de células estaminais que impliquem a destruição de embriões humanos e a clonagem humana são reprováveis pela Igreja Católica.
Recém-eleito para a presidência da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara, o deputado Roberto Rocha (PSDB) garante que fará uma gestão focada na inovação, ousadia e na interação com todas as forças que atuam na Comissão.
Em seu discurso de posse, Rocha disse que “essa Comissão terá de discutir, debater e enfrentar temas e questões que vão além dos interesses ambientais do Brasil. Como o nosso país detém grandes e diversificados ecossistemas, como é o caso da Amazônia, por exemplo, acaba que a Comissão de Meio Ambiente terá que conviver com assuntos de interesse da comunidade internacional. A mudança climática e o aquecimento global são questões que terão que ser tratadas na Comissão”, afirmou.
Um estudo encomendado pelo Ministério das Cidades revelou que as companhias privadas de saneamento não estão cumprindo metas previstas nos contratos de concessão. Segundo o estudo, 68% das concessionárias pesquisadas não cumpriram as metas de expansão da rede de esgoto ou o fizeram apenas parcialmente. Em águas, 54% não ampliaram a rede dentro do estabelecido.
Segundo o pesquisador da Fundação Getulio Vargas (FGV) Francisco Vignoli, contratos de prestação de serviços mal elaborados pelas prefeituras e estados, ausência de uma regulação clara, falta de fiscalização e interferência política dificultam o cumprimento das metas.
Para o fim dos lixões e início da coleta seletiva, todo município mineiro deve elaborar e implementar o Plano de Gestão Integrado de Resíduos Sólidos Urbanos. Essa determinação consta na Lei 18.031, publicada no dia 12 de janeiro deste ano, e debatida nesta sexta-feira (6) durante o III Seminário de Resíduos Sólidos Urbanos, realizado no Centro Mineiro de Referência em Resíduos. O encontro, que contou com a participação de mais de 300 pessoas, foi realizado pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG).
O plano de gestão integrado dos municípios compreende as etapas de geração, segregação, coleta, manuseio, acondicionamento, transporte, armazenamento, tratamento e destinação final dos resíduos sólidos. “De acordo com pesquisa do Ministério do Meio Ambiente, o custo da gestão dos resíduos chega a um ótimo preço a partir de 100 mil habitantes. O caminho é incentivar a cooperação intermunicipal com o estabelecimento de consórcios”, afirmou o presidente da Feam, José Cláudio Junqueira, que ministrou palestra sobre os principais aspectos da Lei 18.031.